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Aids na terceira idade
Número de infecções pelo HIV entre idosos mais que dobrou entre 1998 e 2008, um aumento proporcionalmente maior que em outras faixas etárias.
Avôs e avós fazem sexo, sim. E, sem proteção, também pegam AIDS. De 1998 a 2008, os casos da doença entre pessoas acima de 60 anos no Brasil mais que dobraram, segundo dados de 2010 do Ministério da Saúde.
A via predominante de transmissão é por relação sexual heterossexual, em ambos os sexos.
Embora o número absoluto de casos ainda seja pequeno em comparação com outras faixas etárias, o ritmo de crescimento da doença entre os idosos é preocupante, afirma Eduardo Barbosa, diretor do DEPARTAMENTO DE DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
Sem o hábito -e, muitas vezes, sem o conhecimento- de usar PRESERVATIVOS, esse grupo se expõe mais ao risco de contrair o vírus HIV, de acordo com Barbosa.
"É difícil de mudar a mentalidade dessa população. Eles ainda encaram o sexo com CAMISINHA como chupar bala com papel."
Além disso, para as mulheres o PRESERVATIVO sempre esteve associado a um método CONTRACEPTIVO. Como não estão mais em idade reprodutiva, não veem por que usá-lo.
VIDA SEXUAL ATIVA
O preconceito a respeito da vida sexual dessa população também dificulta a proteção.
"Ninguém de nós vê nossos nossos avós como sexualmente ativos, e isso dificulta o diagnóstico e o acesso à prevenção", diz Barbosa.
Os idosos têm ainda a ideia de que a AIDS é uma doença de jovens e que estão à margem do risco, segundo o infectologista do hospital Emílio Ribas Jean Gorinchteyn, autor do livro "Sexo e AIDS depois dos 50".
NÚMEROS DA AIDS
NA TERCEIRA IDADE
628
casos de AIDS entre pessoas com 60 anos ou mais em 1998
1441
casos da doença nessa faixa etária em 2008
Isso significa um aumento de 129%. Para comparação, os casos entre pessoas entre 35 e 39 anos aumentou 16% no mesmo período
O PROBLEMA EM NÚMEROS
Taxa de incidência de casos de AIDS por 100 mil habitantes em 2008
20 a 24 anos - 15
25 a 29 - 31,6
30 a 34 - 42,8
35 a 39 - 46,1
40 a 49 - 39,3
50 a 59 - 24,8
60 e mais - 7,7
Fonte: Boletim Epidemiológico DTS/AIDS 2010 do Ministério da Saúde
DEPOIMENTO MARIA, 65
Peguei o vírus em 1988 após uma transfusão de sangue
Peguei o HIV em 1988, numa transfusão de sangue.
Mas só descobri no ano 2000, quando fiquei muito debilitada. Entrei em depressão quando soube e só chorava. Não era isso que eu queria para minha vida, não imaginava que isso poderia acontecer com quase 50 anos.
Comecei a frequentar a ONG Pela Vidda. Aí que fui me sentir melhor, vi que esse já não era mais o problema mais sério da minha vida e comecei a me sentir melhor.
Mas ainda tenho medo de que alguém me olhe e diga que não sou igual; existe preconceito. Viver com AIDS tem suas suas dificuldades. Você se acha forte e no fundo aquilo incomoda. Mas dá pra viver, e eu vivo bem.
Na minha família, graças a Deus, não tive rejeição. Fui muito acolhida pelos meus filhos e netos. Eles dizem que não sou a primeira nem vou ser a última a pegar o vírus.
As pessoas acham que com o coquetel não tem mais risco. Mas ele não cura, só traz mais qualidade de vida.
Por isso as pessoas não podem se descuidar. A pessoa mais idosa tem costume diferente. Os homens acham que, com CAMISINHA, não vão funcionar mais! E as mulheres aceitam não usar.
Os idosos acham que é doença de jovem ou de quem se prostitui, mas todo mundo hoje é grupo de risco.
Para a pessoa de idade, descobrir que tem AIDS é triste e vergonhoso. No começo foi assim comigo. A gente pensa como os outros vão olhar pra gente.
DEPOIMENTO ROSA, 77
Digo para terem cuidado com o vírus, mas não conto que tenho
Meu marido me deixou quando eu tinha 35 anos e eu fiquei sem saber como me virar. Ele me batia e eu sofria muito. Na minha época, mulher não podia se separar.
Quando eu tinha uns 57 anos, me casei de novo. Conheci ele num baile da terceira idade. Depois de seis meses ele ficou doente e logo depois morreu.
Comecei a emagrecer muito e fui ao médico. Foi assim que eu descobri que ele tinha o vírus e tinha me passado.
Quando o médico trouxe o resultado do exame, meu filho caiu pra trás. Tive que acalmá-lo, e acalmei minha filha também, que só chorava. Eu não me abalei, não sei por quê. Disse: "Imagina, não vou morrer disso não, vou matar esses bichos todos!". Na época, falavam que a doença não tinha cura e matava em poucos meses. Tomo os remédios [ANTIRRETROVIRAIS] desde aquela época.
Eu falo paras minhas amigas se cuidarem. Os velhos estão mais sem-vergonha do que os moços! Todo mundo tem que usar CAMISINHA, não pode cair na tentação. Os homens da terceira idade pegam a doença e depois passam para as mulheres.
A gente pensa que não vai acontecer com a gente e muitas vezes a doença está bem perto. Quem diria que meu segundo marido tinha isso, uma pessoa de boa índole. Ninguém traz estampado na cara que tem HIV.
Hoje vou aos bailes e falo para as velhinhas tomarem cuidado, mas não conto que tenho o vírus.
Folha de São Paulo: 04.07.11
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Nosso blog
Conheça nosso blog!!! Um espaço para trocar figurinhas e tirar as dúvidas que tantos ainda tem! E juntos lutaremos contra o preconceito!
www.grupodeapoioamoravida.blogspot.com
Esperamos vocês lá!!! beijo beijo
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Vamos nos previnir?
Uma campanha de prevenção à Aids promovida pelo Ministério da Saúde durante o Carnaval deste ano vai priorizar o grupo de meninas de 13 a 19 anos. O motivo é o crescimento de casos da doença entre as garotas dessa faixa etária nos últimos anos.Segundo o último Boletim Epidemiológico da Aids e de Doenças Sexualmente Transmissíveis, divulgado em novembro de 2009, foram registrados mais casos entre as garotas dessa idade em relação aos meninos desde 1998. Atualmente, a cada 8 meninos infectados existem 10 casos de meninas. Antes, a proporção era de 10 mulheres para cada grupo de 15 homens.
Segundo o diretor-adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa, a maioria dos jovens busca o preservativo na primeira relação sexual. Mas quando o relacionamento fica estável, o uso da camisinha é deixado de lado.
- Na medida em que vão tendo confiança no companheiro, [os jovens] abandonam o preservativo.
Com veiculação nas emissoras de televisão e rádio, a campanha vai orientar os jovens sobre as formas de contágio da doença e os cuidados para a prevenção, além da distribuição de camisinhas nos sambódromos e blocos de rua. O Ministério da Saúde já encomendou 1,2 bilhão de preservativos para ações da pasta no decorrer dos próximos dois anos, conforme Barbosa.
Uma das políticas do ministério para o público de 13 a 24 anos de idade é o programa Saúde e Prevenção nas Escolas, em que o estudante recebe orientações sobre o contágio, sintomas, prevenção, tratamento e como viver com o vírus HIV. Conforme Barbosa, 50.214 escolas públicas e particulares já integram o programa. Em 10 mil delas, o aluno pega o preservativo no próprio colégio. A decisão de distribuir ou não é tomada pela comunidade escolar.
Segundo a representante da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, em São Paulo, Micaela Cyrino, poucas escolas da capital paulista entraram no programa. Ela atribui a baixa adesão às diferenças sociais na metrópole e o preconceito da sociedade em falar de sexo com adolescentes.
- As pessoas encaram como incentivo ao sexo e não como prevenção.
A estimativa é de que existam 630 mil pessoas infectadas com o vírus HIV no Brasil.
Fonte : Agência Brasil
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AGRADECIMENTO!!!!!!!!!!!
Obrigada de coração a todos os amigos que ajudaram na festinha das crianças! Apesar da "garoa" ter marcado presença, TUDO SAIU PERFEITO! As crianças brincaram, comeram e se divertiram muito, e olha que não foram apenas as crianças não.... os adultos também aproveitaram muito!
Além da entrega das cestas básicas e do leite para as famílias, as crianças foram presenteadas com sacolinhas com brinquedo, doces, revistas e kit de higiene! Agora começamos a luta pelo Natal!!!! Obrigada a todos que compareceram e ajudaram!!!!! Sem vocês nada disso seria possível!!!!!
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Sexta Mostra de Cinema Aids terá 25 filmes de 12 a 19 de Agosto
O Espaço Unibanco e o Cine Olido (Galeria Olido) exibem a sexta edição de Cinema Mostra Aids, uma realização do Grupo Pela Vidda/SP, ONG que completa 21 anos de luta contra a aids em 2010. Este ano o evento tem o patrocínio da Confederação Nacional de Agricultura (CNA). O evento, promovido pelo Grupo Pela Vidda em parceria com o Programa Estadual de DST/Aids de São Paulo, é apoiado pelo Espaço Unibanco de Cinema e pela Prefeitura Municipal de São Paulo, dentre outros parceiros.
Com sessões diárias entre os dias 12 e 19 de agosto, a mostra de 2010 traz uma seleção de 25 títulos, entre curtas, longas e, principalmente, documentários. "O objetivo da mostra é despertar a atenção e o interesse para um tema que não está mais na ordem do dia, que é o impacto da aids na sociedade e na vida das pessoas", afirma a coordenadora do evento Silvia Carvalho.
Os ingressos na bilheteria dos cinemas têm preço simbólico de R$ 5,00 (inteira no Espaço Unibanco Augusta) e R$ 1 (inteira no Cine Olido). Haverá distribuição gratuita de ingressos para ONGs e serviços de saúde que trabalham com HIV e aids.
Veja a programação completa no site:
http://www.aids.org.br/default.asp?site_Acao=&paginaId=55&mNoti_Acao=mostraNoticia¬iciaId=397
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Vacina contra aids está mais próxima.
Conferência Internacional de Aids: Sem dinheiro, avanços na prevenção e no tratamento apresentados em Viena serão inúteis, dizem participantes da mesa de encerramento
23/07/2010 - 12h
O evento sobre aids mais importante do mundo terminou nesta sexta-feira, em Viena, na Áustria. Segundo os organizadores, os cinco dias de debates e palestras evidenciaram que houve avanços em pesquisas científicas nas áreas de prevenção e tratamento nos últimos dois anos, mas que são necessários mais fundos e melhores proteções dos direitos humanos.
“Dizem que o mundo está em crise econômica, mas não é verdade. O que falta é colocar a aids como prioridade mundial. Quando há emergência em Wall Street (Rua onde estão as bolsas de valores de Nova York), bilhares e bilhares de dólares aparecem de repente”, criticou o coordenador geral da XVIII Conferência Internacional de Aids, Julio Montaner.
Para ele, “a saúde da população merece mais responsabilidade financeira que as crises econômicas.”
A coordenadora local da Conferência, Brigitte Schmied, afirmou que as reuniões em Viena provaram que é possível expandir o tratamento e a prevenção para todos aqueles que precisam. “Apesar de muitos obstáculos no nosso caminho, deixamos este encontro com energias renovadas”, disse.
De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids), 5.2 milhões de pessoas estão em tratamento com antirretrovirais no mundo. O número de pacientes que recebem os vitais medicamentos é 20 vezes maior hoje que em 2003, por exemplo. Mas o número total de pessoas que precisam de medicamentos é estimado em 10 milhões.
Michel Sidibé, Diretor Executivo do Unaids, citou como alvo, durante todos seus discursos na Conferência, o plano Tratamento 2.0, cujo objetivo é expandir o teste de HIV e o tratamento da aids até 2025, evitando 10 milhões de mortes...
leia mais em http://www.agenciaaids.com.br/site/noticia.asp?id=15321
Novidades científicas
A norte-americana Diane Havlir é uma das coordenadoras científicas da Conferência em Viena. Em entrevista à Agência de Notícias da Aids, ela disse que o estudo do gel vaginal, feito à base do antirretroviral tenofovir e que mostrou eficácia de até 54%, merece destaque especial porque é o maior êxito sobre possíveis estratégias para uma revolução da prevenção entre as mulheres. (Leia aqui)
“Na última conferência (México, em 2008), a circuncisão foi muito falada, pois ficou provada que pode prevenir os homens em até 60%, mas o microbicida traz agora esperança às mulheres, que em muitos casos não conseguem exigir dos seus parceiros o uso do preservativo”, comentou.
Diane disse que viu também novas descobertas na área de ciência básica sobre o funcionamento do HIV no organismo humano. “Cada pequeno passo que completamos sobre como age o vírus da aids dentro da célula será importante para pensarmos em outras possibilidades de tratamento, vacina e até mesmo a cura da doença”, disse.
Ela observou ainda estudos que comprovam a importância da distribuição de seringas descartáveis para prevenir o vírus entre usuários de drogas e pesquisas que mostraram as melhores combinações medicamentosas para o tratamento de soropositivos com tuberculose.
Brasileiros na conferência somam 303
De acordo com a organização do evento, 19.300 pessoas de 197 países participaram da Conferência em Viena. Quase 1300 foram jornalistas e outros profissionais da comunicação.
Aproximadamente 1200 participantes vieram da Europa do Leste e da Ásia Central, regiões que receberam atenção especial no encontro por serem as únicas do mundo onde a proporção de casos novos do HIV ainda cresce.
Os brasileiros no evento somaram 303. Na última Conferência Internacional de Aids, no México, foram 405.
A suíça foi o país numericamente mais representado com 3360 participantes. Os Estados Unidos tiveram 2832, seguidos pelo Canadá com 1037 e Áustria com 845.
Durante toda a programação do evento, ocorreram mais de 400 debates e apresentações orais.
Além da escassez de recursos financeiros, os principais protestos na Conferência pediram pela quebra das patentes dos medicamentos contra a aids, pela liberação controlada da distribuição de seringas descartáveis e da metadona para usuários de drogas injetáveis e pelo respeito ao trabalho sexual.
Lucas Bonanno, de Viena
A Agência de Notícias da Aids cobre a XVIII Conferência Internacional de Aids com apoio do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo e do laboratório MSD
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Olhar de Criança
"Quem nunca reparou
na leveza e na sinceridade
do sorriso de uma criança?
Todos nós um dia tivemos essa
naturalidade ao lidar com as situações.
o Renascendo com Amor é uma
oportunidade de resgatar essa qualidade
e encergar, por intermedio do amor,
que há muito mais do que você pode
sentir nesse momento, que tudo tem
um proposito, inclusice nossa vida.
Assim você poderá evoluir e ter mais
sucesso na busca de seus objetivos."
Texto retirado do site: www.nucleoser.com.br
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ROMPENDO A BARREIRA DO SILÊNCIO: Processo de revelação diagnóstica em crianças e jovens
Ao longo de duas décadas, o panorama epidemiológico que caracteriza o cenário da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana adquirida - HIV vem apresentando novas configurações e adquirindo mudanças expressivas no perfil dos grupos populacionais atingidos.
Em se tratando das crianças e jovens que vivem com o HIV/Aids, o sucesso da terapia medicamentosa também tem possibilitado que elas cheguem à idade escolar e atinjam a adolescência. Entretanto, essa nova realidade delineia situações específicas e exigem dos profissionais e dos serviços de saúde respostas efetivas para lidar com as necessidades e particularidades suscitadas pelas características próprias desse grupo populacional.
Isto quer dizer, que apesar de todos os avanços científicos e das conquistas na terapêutica do HIV/Aids, essa doença coloca desafios por vezes muito difíceis de serem enfrentados. Nesse sentido, compartilhar as informações sobre a doença e o tratamento a essas crianças e jovens representa, ainda, uma das tarefas que mais necessita de atenção e estudos por estarem implicados inúmeros e complexos fatores nesse processo.
Foi a partir dessa perspectiva que o Ambulatório de Pediatria, do Centro de Referência e Treinamento das DST/AIDS, em parceria com o Centro de Atendimento da Disciplina de Infectologia Pediatria da UNIFESP (Universidade Federal do Estado de São Paulo), desenvolve um trabalho, iniciado no ano de 2003, que tem como principal finalidade a construção de estratégias factíveis para que o manejo das questões que envolvem a revelação do diagnóstico do HIV/aids possa ocorrer de forma mais verdadeira e solidária.
As intervenções são realizadas de forma a contemplar o melhor momento para comunicar à criança sobre sua condição sorológica e a maneira mais adequada de fazê-lo. Além disso, são realizados atendimentos pós-revelação que tem por finalidade contribuir para que esses pacientes não só compreendam, mas também elaborem e superem uma nova realidade que se impõe.
Para facilitar esse processo, foi elaborado o Kit Revelação Diagnóstica, composto por materiais cuidadosamente escolhidos, com brinquedos coloridos e atraentes às crianças. A experiência tem mostrado que os pequenos pacientes conseguem compreender com mais facilidade sua doença na medida em que visualizam através dos brinquedos os mecanismos de ação do HIV e a importância da medicação em seus corpos.
Eliana Galano é psicóloga do Núcleo de Pediatria - CRT DST/Aids-SP
2005(c) Agência de Notícias da Aids
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ATIVIDADE FÍSICA CONTRA A LIPODISTROFIA
Além disso, também foi comprovado cientificamente a melhora de consumo maximo de oxigênio, níveis de força, e flexibilidade. È importante ressaltar que exercícios aeróbicos moderados não aumentam os níveis de carga viral do portador de HIV/AIDS.
Treinamentos com pesos contribuíram para o aumento de massa magra, melhora de força e capacidade funcional, também já foi comprovado que o exercício físico direcionado ao treinamento de força melhora na diminuição de gordura na região do tronco de portadores do vírus HIV/AIDS.
Diversas pesquisas me nortearam para a conclusão desse trabalho assim com a pesquisa de LIRA (1999a), que analisou a melhora nos componentes da aptidão física independente do estágio da doença e intensidade do treino. Pesquisadores também afirmam que exercícios físicos ajudam a melhorar a depressão causada pela sorologia positiva.
Acredito que devemos analisar mais pontos relevantes em relação aos exercícios físicos em relação à composição corporal de Portadores do Vírus da Imunodeficiência Adquirida para que possam existir mais referências positivas sobre esse publico em específico.
Maico Rodrigo Schardt é formado em Educação Física pela Universidade Camilo Castelo Branco e professor de musculação da Academia Bio Ritmo.
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Bazar de volta a Unidade II do GAAVI
Comunicamos que a partir do mês de Setembro o bazar do GAAVi volta a atender na Rua Moacir Padilha, número 30, no bairro Jordanopolis em São Bernardo do Campo.
Venha nos fazer uma visita e aproveite as novidades em roupas, calçados, brinquedos e muito mais.
O horário de atendimento do nosso bazar é de Segunda a Sexta das 10h às 16h.
Doe você também:
Banco do Brasil
Agência: 3266 - 2
Conta Corrente: 450888 – 2
Banco Itaú
Agência: 1517
Conta Corrente: 16330 - 7
Ou ainda pelo site no link: Seja um Amigo
Faça também sua doação ligando para: 4178 – 7300 e iremos retirar a doação.
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SEJA UM AMIGO SOLIDARIO ! ! !
Seja um amigo solidario fazendo a sua doação para o GAAVI e sinta o prazer da solidariedade.
Banco do Brasil
Agência: 3266 - 2
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Ou no Banco Itaú
Agência: 1517
Conta Corrente: 16330 - 7
Faça também sua doação ligando para: 4178 – 7300 e iremos retirar a doação.
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